Dhyána / Samádhi (Samyama)

DHYÁNA / SAMÁDHI (SAMYAMA) - Meditação / Iluminação, pelo Controlo da Frequência das Ondas Mentais

Aprenda a Secreta Meditação dos Altos Himalayas Indianos (para além de rshikesh e Haridvar)
e das Florestas Drávidas do Sul.

A mais secreta, eficaz e poderosa meditação do Mundo

Não há verdadeira Meditação fora do Yoga

*

Dhyána / Samyama

INTRODUÇÃO

Yoga (diz-se o Youga, como Iodo

O Controlo da frequência das Ondas Mentais - segundo o Grande Mestre Patañjali - o único e verdadeiro codificador histórico do Yoga.

Chita Vrtti Nirodha 
(Mente) (Ondas) (Controlo) 

Yoga (que significa juntar, ou ligar, da raiz Yuj – diz-se Yudj = jugo) é um Sistema Integrado de Desenvolvimento Total do Ser Humano. 

1. Explorando completamente todas as capacidades humanas positivas :

       1- visíveis, 2- latentes, 3- suspeitas, 4- insuspeitas 

e isso deve ser feito sempre em Harmonia (sem desequilíbrios, sem que qualquer parte assuma um protagonismo desequilibrante sobre as restantes ou um avanço/atraso comprometedor) 
e depois disso

2. Até assumir uma dimensão ultra corporal / Cósmica, o (Nirbíja) Samádhi – Iluminação, a Meta do Yoga, catapultando o Ser Humano para uma Lucidez Supra Humana (deixando a informação genética de forte percentagem animal, com centenas de milhões de anos, para trás), ligando-o à Base de toda a Memória e Sabedoria Cósmica.


EXPLICAÇÃO GENERALISTA

Para esse efeito, o Yoga Sámkhya (no início, quando só havia um Yoga - O Yoga - o Yoga chamava-se Sámkhya), dispõe de todas as 14 Disciplinas Técnicas – feitas em cada Aula, em 14 Anga, ou partes, uma para cada Disciplina – o Mahá Sádhaná / Grande Prática (e mais 6 disciplinas Complementares, num total de 20); todas elas preparam a última – a mais importante: Dhyána – Verdadeira Meditação

Por exemplo os os Ásana – Posições Psicobiofisicas, conferem uma resistência física, múscular, energética, emocional e neurológica excepcionais, únicas e próprias do Yoga, preparando para a evolução mental, e para a passagem das altas energias (sem qualquer efeito secundário); o Yoganidrá – Técnicas do Relaxamento Físico, Emocional e Mental, permitem além de relaxamentos totais e de recuperações fulgurantes em poucos minutos, o desatar de nós neuro-psíquicos, e a auto resolução de situações insuspeitas e impenetráveis da complexa psique humana; os Mudrá – Gestos Reflexológicos e Energéticos, Feitos com as Mãos, exploram a antropológica relação cérebro/mão, e estimulam, o diálogo oposto das mãos com o cérebro, de forma directa e profunda; os Kriyá – Tonificação e Limpeza Orgânica, (e uma adequada e cuidada Alimentação) proporcionam processos de desintoxicação intensos e completos, fruto duma sabedoria humana fisiológica natural insuspeita; os Mantra – Domínio dos Sons, da Vibração e da Harmonia, permitem lidar com poderosas forças sonoras com propriedades fortissimas; os Bandha – Dinamizações Musculares e Neuro-Endócrinas, permitem a actuação directa sobre os plexos nervosos, e glândulas endócrinas/hormonas, extraordinariamente vitalizantes, colocando o praticante num estado de permanente pico de Juventude, mas com a sabedoria dum hiper controlo e de uma sapiente condução; os Yama/Nyama – base de auto exigência e Fraterna do Yoga Primordial de raiz Matriarcal, ajudam a direccionar as altíssimas energias acumuladas e movimentadas (impedindo que entrem em descontrolo e provoquem lesões, não só físicas), estimulando a auto exigência e Fraternidade, e o trabalho anti-ego deformado, e mantendo com clareza os propósitos do Yoga, e do praticante, sem desvios nefastos; o Pránáyáma – Exercícios Respiratórios de Influência Energética e Neurovegetativa, proporciona recargas energéticas, excepcionais, bem como a entrada no Sistema Nervoso Autónomo e nas funções neurovegetativas, e a consequente sensibilização com as micro correntes electro-nervosas, e também electro-químicas, (e também com as Nádí, linhas preferenciais, condutoras, da energia - os meridianos da acupunctura, das etnias de cor de pele amarela - e aos seus cruzamentos e aglomerados / plexos - os Chakra - lê-se Tchakra - nomeadamente os 7 Chakra Principais); despertando, lidando e conduzindo poderosas energias corporais, nomeadamente a Kundaliní - a Super Energia Residual do ADN, que só a Sabedoria multimilenar e também a prudência dos Grandes Mestres Iluminados do Yoga sabem correctamente despertar e conduzir. 

Tudo isto constitui a base da estabilidade e o tronco da pirâmide do Yoga, do qual Dhyána – Meditação, é o seu Cume Luminoso. Sem isto, não há a Verdadeira Meditação; fora do Yoga, não existe a Verdadeira Meditação. 

Meditação foi a forma “ocidental” de caracterizar / “traduzir” Dhyána, pois como esse conceito não existia deste lado do Globo, houve que adaptar um mote já existente, mas fizeram-no inexacta e inadequadamente, porque meditar queria dizer pensar, profundamente em algo! Ora Dhyána é o oposto da utilização da mente concreta - para os “ocidentais” o máximo; mas os Yogi (diz-se Yougui), embora inicialmente explorem a mente concreta (e depois a Abstracta e Artística) de forma Intensa, brilhante e única - depois, quando esta se torna um obstáculo grosseiro (e muitas vezes egocêntrico), elevam-se para Dimensões muito mais vastas até atingir a Potente zona Mental Supra Cognitiva, designada pelos anglo-Saxónicos – Overmind, para Além da Mente Concreta.

Meditação - Dhyána

Então o nome genérico Dhyána, a Verdadeira Meditação, engloba 5 Degraus/Patamares, (dos quais Dhyána é um deles) desta Fantástica Sabedoria mental humana-Cósmica, que é o Yoga, e que são: 

5. Prathyáhára, 4. Dháraná, 3. Dhyána, 2. Sabíja Samádhi, 1. Nirbíja Samádhi. 

Cada um destes Patamares proporcionam o eficientíssimo domínio da mente, reflectido noControlo da Frequência das Ondas Mentais, de forma equivalente à Escalada destes Patamares, atigindo enorme Elevação e Intensidade, desde a comum vigília - β (beta), passando a α (alfa) e depois profundamente a θ (teta) e Superiormente a Δ (delta). 


EXPLICAÇÃO TÉCNICA

Para percorrer estes difíceis 5 Degraus, dispõe o praticante de seis preciosos Grupos - Níveis Técnicos de Meditação, que lhe são facultadas à medida que evolui (nos 5 Patamares/Degraus), e que são: 

       6. Yantra Dháraná (Concentração em Yantra – Símbolos complexos); 
       5. Jápa Dháraná / Dhyána (utilizando Jápa - Sons Concentradores, verbalizados, murmurados, e/ou mentalizados); 
       4. Yantra Jápa
Dháraná / Dhyána (Concentração em Yantra e no seu respectivo Bija Jápa); 
       3. Ajápa Jápa Dhyána, e Afins – Reservado (Concentração em funções orgânicas subtis mas evidentes); 
       2. Shakti(a) Dhyána / Samádhi – Iniciático; (transmitido pelo Sat Guru – Grande Mestre); 
       1. Bhakti Shakti Dhyána / Samádhi – Profundamente Iniciático / quase inacessível (requer grande preparação e qualificação). 

Para iniciar a Escalada dos Patamares/Degrausou os - 5 ESTADOS de CONSCIÊNCIA, os praticantes do Yoga treinam, começando pelo 

5º Degrau - Prathyáhára – Abstracção dos Sentidos/Mergulho no Micro Cosmos Interior (e nas suas Fantásticas Sabedorias), até conseguirem abstrair-se completamente da envolvente (como a tartaruga que recolhe as suas extremidades - virando os sentidos para o Universo Interior, concentrando-os, e desvendando o Ser - descobrindo Tesouros). Um teste a esta fase, que demora longos anos a dominar, é o de ligar uma fonte sonora (por ex: um rádio), e isso não perturbar o praticante, nem minimamente; depois, por ex.: próximo de um aeroporto, com um avião a aterrar (ou a descolar), isso não interferir com o seu recolhimento; de verdade; no Yoga e na Evolução não há fingimento - pois é nefasto fazer batota contra si próprio! 

Estará então preparado, nessa altura, para os 4 últimos Degraus, designados no seu conjunto por Samyama – Juntar, como na Origem: 

O seguinte 4º Degrau - Dháraná – Concentração Contínua, permitir-lhe-á focar toda a sua Mente (como uma lupa no foco) num só Objecto da Concentração, sem vacilar, e sem mover a atenção e o pensamento, nem uma fracção de instante. Um teste a esta fase consiste, por exemplo, em sugerir ao praticante alguns temas para análise, verificando se ele os consegue ignorar e manter-se firmemente focado no “objecto da Concentração”, dominando completamente a mente. 

Só então estará preparado para Dhyána – Verdadeira Meditação, onde o praticante dispõe de um autêntico laser mental, experimentando a Supra Consciência, a Mente Supra Cognitiva.

Dominado Dhyána, abre-se a porta do SAMÁDHI (Iluminação) - Suprema Consciência Intelectiva (Buddhi) humana – Cósmica

Até aqui não confina o cérebro ao limite craniano, mas sim usando também todo o sistema nervoso, periférico e autónomo, mas principalmente explorando todos os compartimentos cerebrais exponenciando todas as ligações neuronais possíveis, e encontrando o Melhor e mais Lúcido de Si, transmutando o Cérebro num Interface com a subtil envolvente Cósmica. 

Agora no 2º Patamar - Sabíja (com semente) Samádhi, dará o grande salto para ir beber à Grande e Permanente Memória e Sabedoria do Universo; treinando o convívio com as Outras Dimensões extra humanas, Superando-se Totalmente, assumindo uma Grandeza Cósmica. 

Finalmente, o já Grande Mestre – Liberto (Mukta), vivenciará completamente e continuamente o Nirbíja (sem semente) Samádhi – A Grandiosa Meta do Yoga (a 9ª Etapa de Patañjali), quebrando a Roda do Samsára, vendo por de trás da Ilusão (Máyá), a Realidade de toda a Sabedoria Cósmica - "para além da aparência", sentindo e Sabendo que Tudo faz parte de si, e que ele é, também, o Todo, libertando-se do seu pequeno, mesquinho e ridículo ego, e ficando ao serviço da Grande Causa Universal - "Completando a Obra". 

Nirbíja Samádhi é um Estado Supremo próprio da Caminhada Única do Verdadeiro Yoga. (Sámádhi, por ser um Estado de Consciência Últerior, nada tem a ver, por muito superior, com outros estados: Satori, Nírvana, … etc.) - não tenhamos ilusões. 

Não existe pois Verdadeira Meditação fora do Yoga; para o intenso, disciplinado e longo treino da mente, até à Grande Superação e Capacidade Multi Dimensional é preciso recorrer a todas as Disciplinas Técnicas do Yoga, e à sua complexidade, as quais funcionam como um Grande Suporte e Auxiliar insubstituivel, forjando o adepto, com a disciplina, a limpeza, o aumento energético, a Concentração, a Condução, a Elevação e a Superacção. Tudo funcionando como uma Grande pirâmide sendo Dhyána/Samyama – Meditação/Samádhi o seu Cume Luminoso e único, e além disso, ter também como Guia um Verdadeiro Grande Mestre, que já Efectivamente tenha trilhado este Caminho (e não que lho tenham contado!).


NOTAS FINAIS

- Os sopradores
O resto, as desgarradas “meditações” das organizações de “meditação” fora do Yoga - do treino mental, etc. não levam a nada, a não ser a alguma tranquilidade e bem estar - sempre bem vindo nas sociedades do stress, da poluição, e da agressão ao ser humano, e à Natureza - mas que não passam de secas e pequenas migalhas, chispas moribundas, do Grande Banquete da Sabedoria, da LUZ, e do Poder da Sabedoria, que lhe é inerente, que aos pouco informados praticantes, nem sempre lhes é prometido, mas sempre lhes será negado. (Over Mind) e a Lucidez e Visão que daí lhe advêm. 

O Caminho
No Yoga o Percurso é fundamental, sempre em direcção à Suprema Consciência; essa aproximação do praticante-Filósofo deve ser sempre constante e bem nítida, pois, caso inverso, estará a perder o seu tempo, contrariando os seus propósitos iniciais, e a Proposta do Yoga de constante e permanente não teórica Evolução de direcção única e bem precisa, de Concentração (e não de dispersão) - onde os meios deverão estar sempre de acordo, e serem sempre semelhantes, ao Grandioso Fim , sem nenhuma excepção.



CASAIS SHAKTA - Meditação pela Paz na Confederação Portuguesa do Yoga

Dhyána / Samádhi (Samyama)

DHYÁNA / SAMÁDHI (SAMYAMA) - Meditação / Iluminação, pelo Controlo da Frequência das Ondas Mentais

Aprenda a Secreta Meditação dos Altos Himalayas Indianos (para além de rshikesh e Haridvar)
e das Florestas Drávidas do Sul.

A mais secreta, eficaz e poderosa meditação do Mundo

Não há verdadeira Meditação fora do Yoga

*

Dhyána / Samyama

INTRODUÇÃO

Yoga (diz-se o Youga, como Iodo

O Controlo da frequência das Ondas Mentais - segundo o Grande Mestre Patañjali - o único e verdadeiro codificador histórico do Yoga.

Chita Vrtti Nirodha 
(Mente) (Ondas) (Controlo) 

Yoga (que significa juntar, ou ligar, da raiz Yuj – diz-se Yudj = jugo) é um Sistema Integrado de Desenvolvimento Total do Ser Humano. 

1. Explorando completamente todas as capacidades humanas positivas :

       1- visíveis, 2- latentes, 3- suspeitas, 4- insuspeitas 

e isso deve ser feito sempre em Harmonia (sem desequilíbrios, sem que qualquer parte assuma um protagonismo desequilibrante sobre as restantes ou um avanço/atraso comprometedor) 
e depois disso

2. Até assumir uma dimensão ultra corporal / Cósmica, o (Nirbíja) Samádhi – Iluminação, a Meta do Yoga, catapultando o Ser Humano para uma Lucidez Supra Humana (deixando a informação genética de forte percentagem animal, com centenas de milhões de anos, para trás), ligando-o à Base de toda a Memória e Sabedoria Cósmica.


EXPLICAÇÃO GENERALISTA

Para esse efeito, o Yoga Sámkhya (no início, quando só havia um Yoga - O Yoga - o Yoga chamava-se Sámkhya), dispõe de todas as 14 Disciplinas Técnicas – feitas em cada Aula, em 14 Anga, ou partes, uma para cada Disciplina – o Mahá Sádhaná / Grande Prática (e mais 6 disciplinas Complementares, num total de 20); todas elas preparam a última – a mais importante: Dhyána – Verdadeira Meditação

Por exemplo os os Ásana – Posições Psicobiofisicas, conferem uma resistência física, múscular, energética, emocional e neurológica excepcionais, únicas e próprias do Yoga, preparando para a evolução mental, e para a passagem das altas energias (sem qualquer efeito secundário); o Yoganidrá – Técnicas do Relaxamento Físico, Emocional e Mental, permitem além de relaxamentos totais e de recuperações fulgurantes em poucos minutos, o desatar de nós neuro-psíquicos, e a auto resolução de situações insuspeitas e impenetráveis da complexa psique humana; os Mudrá – Gestos Reflexológicos e Energéticos, Feitos com as Mãos, exploram a antropológica relação cérebro/mão, e estimulam, o diálogo oposto das mãos com o cérebro, de forma directa e profunda; os Kriyá – Tonificação e Limpeza Orgânica, (e uma adequada e cuidada Alimentação) proporcionam processos de desintoxicação intensos e completos, fruto duma sabedoria humana fisiológica natural insuspeita; os Mantra – Domínio dos Sons, da Vibração e da Harmonia, permitem lidar com poderosas forças sonoras com propriedades fortissimas; os Bandha – Dinamizações Musculares e Neuro-Endócrinas, permitem a actuação directa sobre os plexos nervosos, e glândulas endócrinas/hormonas, extraordinariamente vitalizantes, colocando o praticante num estado de permanente pico de Juventude, mas com a sabedoria dum hiper controlo e de uma sapiente condução; os Yama/Nyama – base de auto exigência e Fraterna do Yoga Primordial de raiz Matriarcal, ajudam a direccionar as altíssimas energias acumuladas e movimentadas (impedindo que entrem em descontrolo e provoquem lesões, não só físicas), estimulando a auto exigência e Fraternidade, e o trabalho anti-ego deformado, e mantendo com clareza os propósitos do Yoga, e do praticante, sem desvios nefastos; o Pránáyáma – Exercícios Respiratórios de Influência Energética e Neurovegetativa, proporciona recargas energéticas, excepcionais, bem como a entrada no Sistema Nervoso Autónomo e nas funções neurovegetativas, e a consequente sensibilização com as micro correntes electro-nervosas, e também electro-químicas, (e também com as Nádí, linhas preferenciais, condutoras, da energia - os meridianos da acupunctura, das etnias de cor de pele amarela - e aos seus cruzamentos e aglomerados / plexos - os Chakra - lê-se Tchakra - nomeadamente os 7 Chakra Principais); despertando, lidando e conduzindo poderosas energias corporais, nomeadamente a Kundaliní - a Super Energia Residual do ADN, que só a Sabedoria multimilenar e também a prudência dos Grandes Mestres Iluminados do Yoga sabem correctamente despertar e conduzir. 

Tudo isto constitui a base da estabilidade e o tronco da pirâmide do Yoga, do qual Dhyána – Meditação, é o seu Cume Luminoso. Sem isto, não há a Verdadeira Meditação; fora do Yoga, não existe a Verdadeira Meditação. 

Meditação foi a forma “ocidental” de caracterizar / “traduzir” Dhyána, pois como esse conceito não existia deste lado do Globo, houve que adaptar um mote já existente, mas fizeram-no inexacta e inadequadamente, porque meditar queria dizer pensar, profundamente em algo! Ora Dhyána é o oposto da utilização da mente concreta - para os “ocidentais” o máximo; mas os Yogi (diz-se Yougui), embora inicialmente explorem a mente concreta (e depois a Abstracta e Artística) de forma Intensa, brilhante e única - depois, quando esta se torna um obstáculo grosseiro (e muitas vezes egocêntrico), elevam-se para Dimensões muito mais vastas até atingir a Potente zona Mental Supra Cognitiva, designada pelos anglo-Saxónicos – Overmind, para Além da Mente Concreta.

Meditação - Dhyána

Então o nome genérico Dhyána, a Verdadeira Meditação, engloba 5 Degraus/Patamares, (dos quais Dhyána é um deles) desta Fantástica Sabedoria mental humana-Cósmica, que é o Yoga, e que são: 

5. Prathyáhára, 4. Dháraná, 3. Dhyána, 2. Sabíja Samádhi, 1. Nirbíja Samádhi. 

Cada um destes Patamares proporcionam o eficientíssimo domínio da mente, reflectido noControlo da Frequência das Ondas Mentais, de forma equivalente à Escalada destes Patamares, atigindo enorme Elevação e Intensidade, desde a comum vigília - β (beta), passando a α (alfa) e depois profundamente a θ (teta) e Superiormente a Δ (delta). 


EXPLICAÇÃO TÉCNICA

Para percorrer estes difíceis 5 Degraus, dispõe o praticante de seis preciosos Grupos - Níveis Técnicos de Meditação, que lhe são facultadas à medida que evolui (nos 5 Patamares/Degraus), e que são: 

       6. Yantra Dháraná (Concentração em Yantra – Símbolos complexos); 
       5. Jápa Dháraná / Dhyána (utilizando Jápa - Sons Concentradores, verbalizados, murmurados, e/ou mentalizados); 
       4. Yantra Jápa
Dháraná / Dhyána (Concentração em Yantra e no seu respectivo Bija Jápa); 
       3. Ajápa Jápa Dhyána, e Afins – Reservado (Concentração em funções orgânicas subtis mas evidentes); 
       2. Shakti(a) Dhyána / Samádhi – Iniciático; (transmitido pelo Sat Guru – Grande Mestre); 
       1. Bhakti Shakti Dhyána / Samádhi – Profundamente Iniciático / quase inacessível (requer grande preparação e qualificação). 

Para iniciar a Escalada dos Patamares/Degrausou os - 5 ESTADOS de CONSCIÊNCIA, os praticantes do Yoga treinam, começando pelo 

5º Degrau - Prathyáhára – Abstracção dos Sentidos/Mergulho no Micro Cosmos Interior (e nas suas Fantásticas Sabedorias), até conseguirem abstrair-se completamente da envolvente (como a tartaruga que recolhe as suas extremidades - virando os sentidos para o Universo Interior, concentrando-os, e desvendando o Ser - descobrindo Tesouros). Um teste a esta fase, que demora longos anos a dominar, é o de ligar uma fonte sonora (por ex: um rádio), e isso não perturbar o praticante, nem minimamente; depois, por ex.: próximo de um aeroporto, com um avião a aterrar (ou a descolar), isso não interferir com o seu recolhimento; de verdade; no Yoga e na Evolução não há fingimento - pois é nefasto fazer batota contra si próprio! 

Estará então preparado, nessa altura, para os 4 últimos Degraus, designados no seu conjunto por Samyama – Juntar, como na Origem: 

O seguinte 4º Degrau - Dháraná – Concentração Contínua, permitir-lhe-á focar toda a sua Mente (como uma lupa no foco) num só Objecto da Concentração, sem vacilar, e sem mover a atenção e o pensamento, nem uma fracção de instante. Um teste a esta fase consiste, por exemplo, em sugerir ao praticante alguns temas para análise, verificando se ele os consegue ignorar e manter-se firmemente focado no “objecto da Concentração”, dominando completamente a mente. 

Só então estará preparado para Dhyána – Verdadeira Meditação, onde o praticante dispõe de um autêntico laser mental, experimentando a Supra Consciência, a Mente Supra Cognitiva.

Dominado Dhyána, abre-se a porta do SAMÁDHI (Iluminação) - Suprema Consciência Intelectiva (Buddhi) humana – Cósmica

Até aqui não confina o cérebro ao limite craniano, mas sim usando também todo o sistema nervoso, periférico e autónomo, mas principalmente explorando todos os compartimentos cerebrais exponenciando todas as ligações neuronais possíveis, e encontrando o Melhor e mais Lúcido de Si, transmutando o Cérebro num Interface com a subtil envolvente Cósmica. 

Agora no 2º Patamar - Sabíja (com semente) Samádhi, dará o grande salto para ir beber à Grande e Permanente Memória e Sabedoria do Universo; treinando o convívio com as Outras Dimensões extra humanas, Superando-se Totalmente, assumindo uma Grandeza Cósmica. 

Finalmente, o já Grande Mestre – Liberto (Mukta), vivenciará completamente e continuamente o Nirbíja (sem semente) Samádhi – A Grandiosa Meta do Yoga (a 9ª Etapa de Patañjali), quebrando a Roda do Samsára, vendo por de trás da Ilusão (Máyá), a Realidade de toda a Sabedoria Cósmica - "para além da aparência", sentindo e Sabendo que Tudo faz parte de si, e que ele é, também, o Todo, libertando-se do seu pequeno, mesquinho e ridículo ego, e ficando ao serviço da Grande Causa Universal - "Completando a Obra". 

Nirbíja Samádhi é um Estado Supremo próprio da Caminhada Única do Verdadeiro Yoga. (Sámádhi, por ser um Estado de Consciência Últerior, nada tem a ver, por muito superior, com outros estados: Satori, Nírvana, … etc.) - não tenhamos ilusões. 

Não existe pois Verdadeira Meditação fora do Yoga; para o intenso, disciplinado e longo treino da mente, até à Grande Superação e Capacidade Multi Dimensional é preciso recorrer a todas as Disciplinas Técnicas do Yoga, e à sua complexidade, as quais funcionam como um Grande Suporte e Auxiliar insubstituivel, forjando o adepto, com a disciplina, a limpeza, o aumento energético, a Concentração, a Condução, a Elevação e a Superacção. Tudo funcionando como uma Grande pirâmide sendo Dhyána/Samyama – Meditação/Samádhi o seu Cume Luminoso e único, e além disso, ter também como Guia um Verdadeiro Grande Mestre, que já Efectivamente tenha trilhado este Caminho (e não que lho tenham contado!).


NOTAS FINAIS

- Os sopradores
O resto, as desgarradas “meditações” das organizações de “meditação” fora do Yoga - do treino mental, etc. não levam a nada, a não ser a alguma tranquilidade e bem estar - sempre bem vindo nas sociedades do stress, da poluição, e da agressão ao ser humano, e à Natureza - mas que não passam de secas e pequenas migalhas, chispas moribundas, do Grande Banquete da Sabedoria, da LUZ, e do Poder da Sabedoria, que lhe é inerente, que aos pouco informados praticantes, nem sempre lhes é prometido, mas sempre lhes será negado. (Over Mind) e a Lucidez e Visão que daí lhe advêm. 

O Caminho
No Yoga o Percurso é fundamental, sempre em direcção à Suprema Consciência; essa aproximação do praticante-Filósofo deve ser sempre constante e bem nítida, pois, caso inverso, estará a perder o seu tempo, contrariando os seus propósitos iniciais, e a Proposta do Yoga de constante e permanente não teórica Evolução de direcção única e bem precisa, de Concentração (e não de dispersão) - onde os meios deverão estar sempre de acordo, e serem sempre semelhantes, ao Grandioso Fim , sem nenhuma excepção.



CASAIS SHAKTA - Meditação pela Paz na Confederação Portuguesa do Yoga